27 March 2015

Monkey bundt cake / Bundt cake monkey.


As you can see here, the theme for this month Bundtmania is Monkey Bundt cakes.
I had this recipe marked to try and this was the best opportunity for it.
I filled my monkey buns with fresh raspberries and chocolate, but you can use any berry or filling you like. The choices are endless and the result is amazing and super delicious.
ingredients (serves 6 to 8):
310g unsalted butter
500g plain flour
1 1/4 tbsp dried instant yeast
1 tbsp caster sugar
1 tbsp finely grated orange zest
1 tsp ground cinnamon
180ml milk, warm
2 eggs, lightly beaten
200g dark brown sugar
1 tsp golden syrup
cherries, other berries or chocolate
method:
Melt 60g of the butter in a saucepan over low heat, then cool.
Combine the flour, yeast, caster sugar, orange zest, cinnamon and 1 tsp of salt in a bowl.
Make a well in the centre, then add the melted butter, milk and eggs. Stir well to combine.
Place in an oiled bowl, cover with clingfilm or a clean tea towel and set aside to prove in a warm place for 1 1/2 hours or until doubled in size.
Place the remaining butter, sugar and golden syrup in a pan over low heat, stirring until melted and combined.
Grease a kugelhopf or bundt cake tin.
Knock down the dough, turn onto a lightly floured surface and knead for 3 to 4 minutes or until smooth and elastic.
Divide the dough into 12 portions and form into balls.
Push a cheery or the filling of your choice into the centre of each, pinching the dough to encase the filling completely.
Dip each ball into the syrup, turning until well coated, then layer in the prepared tin. pour over any remaining syrup.
Cover with clingfilm or a clean tea towel and set aside to prove in a warm place for 1 hour or until doubled in size.
Preheat the oven to 190ºC.
Place the pan on a baking tray and bake for 10 minutes. Reduce the oven to 160ºC and bake for a further 20 to 25 minutes.
Stand in the pan for 5 minutes before turning out onto a serving plate.

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Como podem ler aqui, o tema para a Bundtmania deste mês é Bundt cakes monkey.
Como já tinha esta receita marcada para testar, não pude deixar passar esta oportunidade, pois nunca tinha feito nenhum bolo monkey.
Eu recheei o meu monkey com framboesas frescas e chocolate, mas podem usar qualquer fruto vermelho incluindo cerejas sem caroço, ou o recheio que a vossa imaginação ditar, pois as combinações são infinitas e o resultado final será sempre o mesmo, ou seja, um bolo altamente delicioso e com um efeito visual muito atraente. 


ingredientes (para 6 a 8 pessoas):
310g manteiga sem sal
500g farinha de trigo branca
1 1/4 colheres sopa de fermento de padeiro seco
1colher sopa de açúcar refinado branco
1 colher sopa de raspa de laranja
1 colher chá de canela em pó
180ml leite, aquecido
2 ovos, batidos ligeiramente
200g açúcar amarelo escuro ou mascavado
1 colher sopa de golden syrup
cerejas sem caroço, frutos vermelhos, chocolate, ou outro recheio à escolha
preparação:
Num tachinho sobre lume brando, derreter 60g da manteiga. Deixar arrefecer.
Numa taça, combinar a farinha, o fermento, o açúcar refinado branco, a raspa da laranja, a canela e 1 colher chá de sal fino.
Fazer um buraco no meio dos ingredientes sólidos e adicionar a manteiga derretida e arrefecida, o leite morno e os ovos. Mexer bem para combinar tudo.
Colocar a massa numa taça untada com óleo, cobrir com película aderente ou um pano de cozinha limpo e deixar repousar por cerca de 1 hora e 30 minutos em local aquecido, ou até que a massa duplique de tamanho.
Entretanto, colocar a restante manteiga num tacho, juntamente com o açúcar mascavado ou amarelo e o golden syrup.
Aquecer em lume brando, até tudo estar derretido e a mistura se apresente homogénea e com uma consistência de xarope espesso.
Untar uma forma de kugelhopf ou uma forma de bundt com buraco.
Deitar a massa sobre uma superfície ligeiramente enfarinhada. Espancar a massa a fim de lhe retirar o ar e amassar por cerca de 3 a 4 minutos, ou até a massa estar macia e elástica.
Dividir a massa em 12 porções iguais e formá-las em bolas.
Colocar uma cereja ou o que tiverem escolhido para o recheio, no centro de cada bola, apertando bem a massa, a fim de que o recheio fique bem enclausurado.
Envolver as bolas no xarope, virando-as bem, por forma a ficarem bem cobertas com o xarope.
Dispô-las na forma preparada e deitar o restante xarope por cima das bolas.
Tapar a forma com película aderente ou um pano de cozinha limpo e deixar repousar por mais 1 hora em local aquecido, ou até terem duplicado de tamanho.
Aquecer o forno a 190ºC.
Colocar a forma em cima de um tabuleiro e levar ao forno por 10 minutos.
Ao fim desse tempo, reduzir a temperatura do forno para 160ºC e cozer por mais 20 a 25 minutos.
Deixar o bolo arrefecer na própria forma por cerca de 5 minutos, antes de o desenformar sobre um prato de serviço.

Recipe / Receita:

25 March 2015

Duck ragù with crisp porridge wedges / Ragù de pato com quadrados de aveia crocante.


There's only three things, until today, that I can firmly say that I don't like and they are porridge, canned tuna and black eyed beans.
Saying that, when I saw this recipe, I passed the page without being interested.
The second time I picked the book, I took a little time to read the recipe properly and all of a sudden I was totally interested and very curious about it. Savoury porridge?
The only thing I can tell is that: Try it if you want to be amazed!!
ingredients for the orange duck ragù (serves 4):
3 duck legs
salt and freshly ground black pepper
1 tbsp sunflower oil
4 garlic cloves, peeled and finely chopped
2 tinned anchovy fillets, drained and chopped
1 onion, finely chopped
2 carrots, peeled and roughly chopped
1 stick of celery, roughly chopped
150ml red wine
400g tin of cherry tomatoes
1 large spring of rosemary
zest of 1 orange, removed in strips
for the porridge wedges:
200g rolled oats
250ml milk
350ml hot chicken stock
3 tbsp finely chopped chives
60g parmesan cheese, finely grated
2 tbsp butter
method:
Season the duck with plenty of salt and pepper.
Heat the oil in a large pan over a medium heat and when hot, place the duck in the pan, skin side down. Fry for 3 minutes or until the skin is golden and crisp.
Turn over and cook for 2 minutes. Remove the duck from the heat and place on a plate.
Lower the heat and add the garlic, anchovies, onion, carrots and celery. Fry for about 5 minutes or until the anchovies have disintegrated. Add the wine and simmer for 2 minutes. Add the tomatoes, rosemary and orange zest.
Bring back to a simmer, add the duck, cover and cook on a low heat for about 1 1/2 hours, or until the duck is tender and falling off the bone.
Discard the orange zest and rosemary. Transfer the duck legs to a plate and using 2 forks, shred the meat, discarding the skin and bones.
Stir the duck meat back into the sauce and taste for seasoning.
Line a 20cm x 20cm baking tin with clingfilm.
Meanwhile, place the oats in a medium saucepan with the milk and stock. Leave to soak for 10 minutes and then place on a medium low heat and bring to a simmer, stirring constantly with a wooden spoon.
When the porridge is thick and unctuous, take off the heat.
Stir in most of the chives, the parmesan and some salt and pepper and stir well to combine.
Pour the porridge into the lined tray and spread evenly across the base. Refrigerate for a minimum of 30 minutes.
Put 1 tablespoon of butter into a large frying pan on a high heat.
Cut the porridge into 4 slices and place them in the hot pan. Fry each slice on both sides for about 6 to 7 minutes in total, until golden.
Place a porridge slice on each serving plate and top with the ragù and a sprinkle of chives.
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Até ao dia de hoje, há apenas 3 coisas - tirando as que nunca provei claro - que posso afirmar com segurança que não gosto e são elas, feijão frade, atum enlatado e papas de aveia.
Quando estava a folhear este livro pela primeira vez e li o título da receita, passei a página sem que me despertasse interesse, pois li "porridge".
A segunda vez que peguei no livro e dediquei algum tempo à leitura da receita, mudei imediatamente de ideias e fiquei bastante curiosa em relação a esta combinação, o que me fez marcar a receita para testar e testá-la.
Papas de aveia salgadas e da maneira que são feitas, foi algo que me levou a dar uma segunda oportunidade à receita e o resultado final, bom, só uma palavra: Experimentem!!
ingredientes para o ragù de pato (para 4 pessoas):
3 pernas de pato
sal e pimenta preta moída na altura
1 colher sopa de óleo de girassol
4 dentes de alho, descascados e finamente picados
2 anchovas em óleo, escorridas e picadas
1 cebola, finamente picada
2 cenouras, descascadas e picadas grosseiramente
1 talo de aipo, picado grosseiramente
150ml vinho tinto
1 lata de 400g de tomate cereja
1haste grande de alecrim
casca de uma laranja, cortada em tiras
para os quadrados de aveia:
200g flocos de aveia
250ml leite
350ml caldo de galinha, quente
3 colheres sopa de cebolinho, picado finamente
60g queijo parmesão, ralado
2 colheres sopa de manteiga
preparação:
Temperar o pato com bastante sal e pimenta.
Aquecer o óleo numa frigideira ou tacho largo, sobre lume médio e quando bem quente, fritar o pato, com o lado da pele virado para baixo, durante 3 minutos, ou até a pele estar douradinha e estaladiça.
Virar e fritar do outro lado, por mais 2 minutos. Retirar o pato da frigideira e reservar num prato.
Baixar o lume e colocar o alho, as anchovas, a cebola, as cenouras e o aipo na frigideira.
Fritar por cerca de 5 minutos, ou até as anchovas se terem desfeito completamente.
Adicionar o vinho tinto e deixar cozer por 2 minutos.
Adicionar as cascas da laranja, o alecrim e os tomates.
Deixar levantar fervura e colocar o pato de volta na frigideira. Tapar e cozinhar por cerca de 1 1/5 horas, ou até o pato estar tenro e a soltar-se do osso.
Descartar as cascas da laranja e o alecrim e colocar as pernas do pato num prato ou tábua.
Desfiar o pato com a ajuda de 2 garfos e descartar os ossos e a pele.
Colocar a carne desfiada no molho, provar e, se necessário, rectificar os temperos.
para a aveia:
Forrar um tabuleiro de 20cm x 20cm com película aderente.
Colocar a aveia num tacho com o leite e o caldo e deixar repousar por 10 minutos.
Levar o tacho ao lume (médio a baixo) e, mexer constantemente com uma colher de pau, até levantar fervura. Quando a aveia estiver espessa e untuosa, retirar o tacho do lume.
Adicionar a maior parte do cebolinho, o parmesão, sal e pimenta e mexer bem.
Deitar a aveia no tabuleiro preparado e alisar bem. Refrigerar por um mínimo de 30 minutos.
Aquecer 1 colher sopa de manteiga numa frigideira sobre lume alto.
Cortar a aveia em 4 fatias e fritá-las na manteiga quente, em ambos os lados, num total de 7 minutos, ou até estarem douradinhas dos dois lados.
Colocar uma fatia de aveia em cada prato e servir com o ragù polvilhado com o restante cebolinho.

Recipe / Receita:

23 March 2015

Trout with samphire and beurre blac / Truta salmonada, salicornia e beurre blac.


Samphire, a very common and British ingredient, is beautiful and delicious. At its best (depending on the kind of samphire) in July and August it started to be in season again now and I couldn't resist its freshness and bright green colour.
Here, you can read more about it if you're interested.
Although, here at home, we had it lots of times before, I never had a chance to publish a recipe here on the blog and so today is the day.
The recipe Im showing you is a Valentine Warner recipe and you can find it here.
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A salicornia maritima, ou espargos do mar, como aqui foi já, alcunhada por alguns Chefs, é um ingrediente muito comum no Reino Unido e muito apreciado como acompanhamento para pratos de peixe ou borrego.
Aqui fica o link, caso queiram ler mais sobre este fabuloso ingrediente.
Embora aqui em casa, já tenhamos degustado várias vezes refeições com salicornia, essas nunca tiveram oportunidade de vir parar aqui ao blogue, pois não houve tempo para reportagem fotográfica. Desta vez, tive o cuidado de preparar esta receita a tempo de a poder fotografar.
A receita é do Valentine Warner, um conceituado Chef britânico e garanto-vos que é absolutamente maravilhosa. Caso consigam arranjar salicornia, não deixem de experimentar, pois é uma experiência fantástica.
Receita para 2 pessoas que eu dupliquei pois somos 4 cá em casa.


para o beurre blanc:
140g manteiga sem sal, fria e cortada em cubos
2 chalotas médias, descascadas e finamente fatiadas
1/2 dente de alho, descascado e finamente fatiado
1 haste de tomilho fresco
1 folha de louro pequena
3 grãos de pimenta preta, esmagados
150ml vinho branco seco
1 colher chá de vinagre de vinho branco
flocos ou flor de sal
1 a 2 colheres sopa de sumo de limão
preparação:
Num tacho sobre lume médio, aquecer 1 colher sopa de manteiga.
Quando a manteiga tiver derretido, adicionar as chalotas, o alho, o tomilho e os grãos de pimenta e cozinhar por 2 ou 3 minutos, ou até as chalotas estarem macias mas sem cor.
Adicionar o vinho e o vinagre e quando levantar fervura, cozinhar até quase todo o líquido ter evaporado.
Adicionar a manteiga, 1 cubo de cada vez, mexendo sempre com a vara de arames.
O molho está pronto, quando toda a manteiga tiver sido incorporada e o molho estiver espesso e brilhante.
Coar o molho para uma taça aquecida, temperar de sal a gosto e misturar-lhe o sumo do limão, também a gosto.
Manter o molho em local quente até ao momento de servir, tendo em atenção que não seja um local quente demais, senão o molho pode talhar.
para a truta salmonada:
2 a 3 colheres sopa de farinha de trigo branca
sal e pimenta preta moída na altura
2 a 3 colheres sopa de óleo de girassol
2 lombos de 200g cada de truta salmonada
preparação:
Aquecer o óleo numa frigideira.
Colocar a farinha num prato e temperar de sal e pimenta.
Secar bem os lombos de truta com papel absorvente de cozinha e passá-los (lado da pele), pela farinha. Sacudindo a farinha em excesso.
Colocar a truta na frigideira, com o lado da pele virado para baixo e cozinhar por 3 a 4 minutos, ou até que a pele da truta esteja douradinha e mais de metade do lombo tenha uma cor opaca.
Virar a truta e fritar do outro lado por mais 1 minuto ou a gosto.
para a salicornia:
2 bons punhados de salicornia, lavada e talos mais grossos descartados
1 colher sopa de manteiga
1 a 2 colheres sopa de sumo de limão
pimenta preta moída na altura
preparação:
Colocar a salicornia numa panela de água a ferver (atenção, não pôr sal, pois a salicornia é salgada) e cozer por 2 ou 3 minutos, ou até estar macia.
Escorrer bem e voltar a colocar a salicornia na panela.
Adicionar a manteiga, o sumo do limão e pimenta a gosto.
para servir:
Dividir a salicornia por pratos aquecidos, colocar os lombos de truta em cima da salicornia e rodear com o berre blanc.

Recipe / Receita: BBC Food.

20 March 2015

Bundtmania - 18th edition / Bundtmania - 18ª edição.

Bundtmania is now going for its 18th edition and here I am letting you know the theme for this edition.
The theme for the 18th edition of the Bundtmania is: Monkey Bundt Cakes!
All you have to do is to bake a Bundt cake according to the theme, publish it on your blog or website and leave the link here in this post.
You have until the 15th of April at 23.59pm and not one minute more (portuguese hour) to do it and to show us your gorgeous bundt cake.
  • You really have to leave the link for your participation here in this post.
  • The round up will be presented here on the 20th of April and at the same time and in the same day, Mena will be letting us know on her blog the theme for the next edition.

Meanwhile, If you want to check out the beautiful and very cheesy 17th edition round up, just have a look at  Mena's blog.
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Mais uma edição da Bundtmania que se inicia hoje e vamos já para a 18ª edição!!
As regras mudaram um pouco e para não haver stresses, os temas e round ups serão lançados e efectuados a dia 20 de cada mês. 
Ora bem, o  tema para esta 18ª edição será: Monkey Bundt cakes!!

Já sabem, de acordo com as novas regras, têm até ás 23.59 horas (hora de Portugal) do dia 15 de Abril para nos presentear com os vossos monkeys, publicá-los nos vossos blogues e deixar o link para a vossa postagem aqui neste post.
  • Têm mesmo de deixar o link aqui neste post até ás 23.59 horas ou o bundt não será considerado e não fará parte do round up que será publicado aqui no dia 20 de Abril, dia em que, à mesma hora, será lançado no blogue da Mena, o tema da 19ª edição.
Entretanto, e se quiserem deliciar-se com o desfile "queijoso" da 17ª edição, passem no blog da Mena, pois está por lá um round up muito cheessyyyyy...!!

18 March 2015

Grapefruit tart / Tarte de toranja.


Mad as I am about citrus and brûlée, as soon as I saw this recipe in this adorable Hannah Miles book, I knew it would be the first to be tried.
The combination, even if not a classic one, is just amazing and surprisingly delicious.
ingredients for the pastry:
(if you don't want to make your own pastry, use 500g of shop bought shortcrust pastry)
280g plain flour
pinch of salt
115g butter, chilled and cut into small cubes
plain flour, for dusting
method:
Sift the flour into a bowl and add the salt.
Rub the butter into the flour until you have the consistency of fine breadcrumbs.
Add 1 to 2 tbsp of cold water and mix in with a round bladed knife, adding a little more water if the mixture is too dry.
Bring the dough together into a ball, wrap in clingfilm and chill for 1 hour.
Grease a 23cm loose bottom, round fluted tart pan.
On a lightly floured surface, roll out the pastry into a circle and line the prepared tin with the rolled pastry, trimming the edges.
Prick the base of the pastry with a fork and chill in the fridge for 30 minutes.
Preheat the oven to 200ºC.
Line the pastry with baking paper and fill with baking beans.
Bake for 15 to 20 minutes or until the pastry is golden brown.
Low the oven temperature to 180ºC.
Remove the beans and baking paper.


for the custard:
9 eggs
350g caster sugar + extra for sprinkling
juice of 2 red grapefruit, sieved
1 tbsp mint leaves
1 tbsp lemon and mint cordial
300ml double cream
method:
Whisk together the eggs, sugar, grapefruit juice, mint and cordial in a bowl.
Slowly pour in the cream, whisking all the time.
Place the bowl of a pan of simmering water until the mixture becomes just warm. This will take about 5 minutes. Strain the mixture to remove the mint and then pour it into the pastry case.
Bake for 30 to 40 minutes until the top of the custard is lightly golden and has risen.
Remove from the oven and let cool.
Just before serving, sprinkle the top with a thin layer of caster sugar and caramelize into a brûlée using a blowtorch.
Serve immediately.
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A minha paixão por citrinos e brûlée é já sobejamente conhecida e assim que vi esta receita  neste livro lindo da Hannah Miles, decidi logo que seria a primeira a ser testada.
A combinação de ingredientes, embora não sendo uma combinação clássica, é absolutamente surpreendente e deliciosa.
ingredientes para a massa:
(caso não queiram fazer a massa, podem usar 500g de massa quebrada de compra)
280g farinha
uma pitada de sal
115g manteiga, fria e cortada em cubos
farinha, para a bancada
preparação:
Peneirar a farinha e o sal para uma taça.
Adicionar a manteiga e esfregá-la na farinha, usando as pontas dos dedos, até obter uma mistura areada.
Adicionar 1 ou 2 colheres de sopa de água gelada e misturar com a ponta de uma faca de mesa. Adicionar mais um bocadinho de água se a massa parecer muito seca.
Juntar a massa numa bola, enrolar em película aderente e refrigerar por cerca de 1 hora.
Untar uma forma de tarte de fundo amovível com cerca de 23cm de diâmetro.
Estender a massa sobre uma bancada enfarinhada e forrar a tarteira com a massa, aparando as extremidades para que a massa fique direitinha em toda a bordadura da tarteira.
Furar a base da massa com um garfo e refrigerar por 30 minutos.
Aquecer o forno a 200ºC.
Forrar a massa da tarteira com papel vegetal e encher com bolas de cerâmica, arroz ou feijão.
Levar ao forno por cerca de 15 a 20 minutos, ou até a massa estar douradinha.
Retirar a tarteira do forno e baixar a temperatura para os 180ºC. Retirar o papel vegetal e as bolas de cerâmica da tarteira e reservar.


para o creme:
9 ovos
350g açúcar refinado branco + extra para polvilhar e caramelizar
sumo de 2 toranjas (de preferência das de polpa vermelha), coado
1 colher sopa de folhas de menta
1 colher sopa de concentrado de menta e limão (cordial)
300ml natas para culinária (double cream)
preparação:
Numa taça, bater os ovos com o açúcar, o sumo das toranjas, as folhas de menta e o cordial.
Adicionar as natas devagarinho, batendo o tempo todo.
Colocar a taça sobre um tacho de água a ferver, até a mistura aquecer. Este processo poderá demorar cerca de 5 minutos.
Coar a mistura para retirar as folhas da menta e deitar o creme sobre a massa.
Levar ao forno por cerca de 30 to 40 minutos ou até a superfície estar douradinha e tiver crescido ligeiramente.
Retirar do forno e deixar arrefecer.
Antes de servir, polvilhar a superfície da tarte com uma camada fina de açúcar refinado branco e caramelizar com a ajuda de um maçarico.
Servir imediatamente.

Recipe / Receita:

16 March 2015

Seared scallops, Jerusalem artichoke purée and crispy pancetta / Vieiras com puré de girassol batateiro e pancetta crocante.


Another recipe with the great combination of Jerusalem artichokes and scallops, this time served as a starter, with crispy pancetta.
The recipe comes from here and it calls for bacon but I love pancetta so I used the pancetta instead and I didn't serve it with the crushed peas.
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Mais uma receita fabulosa com esta combinação clássica que é o girassol batateiro e as vieiras, desta vez servida como uma elegante e deliciosa entrada.
A receita original está aqui.
As únicas alterações que fiz é que usei pancetta em vez de bacon e optei por não servir as ervilhas esmagadas.
ingredientes (para 4 pessoas):
400g girassol batateiro, descascado e cortado em pedaços
água
75g manteiga
50ml natas para culinária
sumo de 1/2 limão
sal e pimenta preta moída na altura
12 vieiras
sal e pimenta preta moída na altura
1 colher sopa de azeite
4 fatias finas de bacon ou pancetta
preparação:
Colocar o girassol batateiro num tacho e cobrir com água. quando levantar fervura, baixar o lume e cozer por 8 a 10 minutos, ou até estarem macios.
Escorrer e deixar arrefecer.
Colocar o girassol batateiro no copo de um robot de cozinha juntamente com a manteiga, as natas e o sumo do limão e reduzir a puré.
Colocar o puré de volta no tacho, temperar de sal e pimenta a gosto e aquecer em lume brando.
Temperar as vieiras com sal e pimenta.
Aquecer o azeite numa frigideira e cozinhar as vieiras por cerca de 2 minutos de cada lado, ou até estarem douradinhas.
Numa frigideira à parte, fritar o bacon ou a pancetta, até estar crocante e estaladiço. Retirar do lume e escorrer sobre papel absorvente.
Servir o puré a gosto, com as vieiras e uma fatia de bacon em cada prato.
Eu salpiquei os pratos com folhas de tomilho mas é opcional.

13 March 2015

Jerusalem artichoke risotto with scallops / Risotto de girassol batateiro e vieiras.


Jerusalem artichokes are a great ingredient and it's a shame that their season is so short.
The combination of this risotto, with the jerusalem artichoke purée and the scallops is just divine and the caramel/sauce that goes on top makes it stand out.
I found the recipe here so, if you want to give it a try just go for it.
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Eu adoro girassol batateiro. Acho que é um ingrediente fabuloso e é uma pena que tenha uma estação tão curta.
A combinação do puré de girassol batateiro com o risotto e as vieiras é divino e o caramelo de vinagre que leva em cima eleva esta combinação de normal a extraordinária!!
A receita vem daqui, mas deixo-vos a tradução.


ingredientes (para 2 pessoas):
2 colheres sopa de azeite
1 chávena (cup) de arroz para risotto
2 chávenas (cups) de caldo de galinha, quente
1 chávena (cup) de girassol batateiro, lavado e cortado em rodelas
7 colheres sopa de manteiga
1/3 chávena (cup) de natas para culinária
1/4 chávena (cup) de queijo parmesão ralado
sal e pimenta preta moída na altura
8 vieiras grandes, cortadas em 3 discos cada
1/4 chávena (cup) de açúcar refinado branco
1/4 chávena (cup) de vinagre de xerez
preparação:
Aquecer o azeite num tacho e adicionar o arroz. Mexer por 2 ou 3 minutos, ou até que o arroz esteja bem impregnado no azeite.
Adicionar o caldo, uma concha de cada vez, mexendo sempre, até o arroz estar cozido, mas al dente. Este processo pode demorar entre 25 a 30 minutos.
Entretanto, saltear o girassol batateiro em 3 1/2 colheres de sopa de manteiga, até estar macio.
Adicionar as natas e baixar o lume e deixar cozinhar, mexendo de vez em quando, até que as natas tenham reduzido e o girassol batateiro esteja macio.
Com a varinha mágica ou no robot de cozinha, reduzir o girassol batateiro a puré.
Adicionar o puré ao risotto, assim como a restante manteiga e o queijo parmesão.
Temperar de sal e pimenta a gosto.
Aquecer um fio de azeite numa frigideira e saltear as vieiras por cerca de 1 minuto de cada lado.
Num tacho à parte, colocar o açúcar e, sem mexer, deixá-lo caramelizar.
Adicionar o vinagre com muito cuidado e reduzir até obter um xarope espesso.
Servir o risotto decorado com as vieiras e regado com este caramelo de vinagre.

11 March 2015

Rhubarb and custard millefeuilles / Mil folhas de ruibarbo e custard.


I love rhubarb but I tend to not make many things with it as, here at home, rhubarb is loved by ones and hated by others.
My daughter loves it and my husband hates it. My son said he hated all is life and the last time I made something with rhubarb, he had a lot and confessed that he loves it but he was saying all the time that he hated it, just to please his daddy... Unbelievable right? I almost strangled him that day, lol!
When I saw a beautiful bunch of a very pink and gorgeous rhubarb last time I went shopping, I couldn't resist and brought it home with me.
Because this Rachel Khoo recipe was one of the many marked down to test, I didn't have to think much about where I was going to use it.
This is a very gourmet dessert that went down a storm as the combination is absolutely scrumptious.
ingredients (serves 4):
375g pack of ready rolled puff pastry, removed from the fridge 20 minutes before using
1 egg, beaten
2 tbsp caster sugar
1 tbsp icing sugar
method:
Preheat the oven to 180ºC and line a baking tray with baking paper.
Cut off the pastry into 12 rectangles measuring 4cm x 10cm and place them on the baking tray.
Brush lightly with the beaten egg and sprinkle with caster sugar. Cover the rectangles with another sheet of baking paper, then place another baking tray on top, to stop the pastry from rising.
Bake for 30 minutes.


for the custard:
3 egg yolks
40g caster sugar
20g cornflour
250ml whole milk
1/2 a vanilla pod, seeds scrapped and pod reserved (I used 1 tsp vanilla paste)
method:
Whisk the egg yolks with the caster sugar for 2 to 3 minutes, or until you have a light and thick mixture.
Whisk in the cornflour.
Bring the milk to the boil with the vanilla seeds and the vanilla pod.
Pour the milk in a slow stream on to the egg mixture, whisking all the time.
Return the mixture to a clean pan and whisk continuously over a medium heat, scrapping down the sides and the bottom of the pan.
Once the cream releases a bubble or two, take it off the heat.
Pour the custard into a bowl to cool to room temperature.
When cooled, spoon it into a large pipping bag with a 1cm nozzle and place in a jug so it stays upright.
Put it in the fridge and chill for 1 to 2 hours.
for the rhubarb:
400g rhubarb, washed, trimmed and cut into 10cm pieces
50g caster sugar
method:
Toss the rhubarb in the sugar and place it in a small baking dish.
Roast at 180ºC for 20 minutes or until the rhubarb is tender but not mushy.
to assemble:
Pipe 2 blobs of custard on a serving plate. Stick a pastry rectangle on top, then place 3 to 4 slices of rhubarb on top of the pastry.
Place another piece of pastry over the rhubarb and pipe 2 lines of custard on this second layer of pastry.
Top with the 3rd rectangle and dust with icing sugar.
Repeat to make 4 millefeuilles and serve immediately.
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Eu adoro ruibarbo mas não faço muitas coisas com ele porque, cá em casa, o ruibarbo é amado por uns e odiado por outros.
Eu e a minha filha adoramos. O meu marido odeia e o meu filho, que passou a vida a dizer que odiava, na última vez que fiz algo com ruibarbo, comeu que se fartou e no fim confessou que adora ruibarbo, mas que sempre disse que odiava para agradar e fazer pandilha com o seu papá... GRRR!! Quase o estrangulei nesse dia..., lol!
Quando, de uma das vezes que fui ás compras, vi um molho lindo de ruibarbo, com um aspecto fabuloso e com uma cor rosa linda, não hesitei em trazê-lo comigo para casa.
Como esta receita da Rachel Khoo, era uma das que estava marcada para fazer desde o início, podem calcular que não tive de pensar muito onde utilizar o ruibarbo certo?
Esta é ums sobremesa linda e que causa impacto em qualquer mesa e a combinação de ingredientes é completamente indescritível e difícil de adjectivar.
ingredientes (para 4 pessoas):
1 rectângulo de massa folhada com 375g, retirada do frigorífico 20 minutos antes
1 ovo, batido
2 colheres sopa de açúcar refinado branco
1 colher sopa de açúcar em pó
preparação:
Aquecer o forno a 180ºC e forrar um tabuleiro grande com papel vegetal.
Cortar a massa folhada em 12 rectângulos de 4cm x 10cm cada e colocá-los no tabuleiro.
Pincelar levemente com o ovo e polvilhar com o açúcar refinado.
Cobrir os rectângulos com uma folha de papel vegetal e colocar outro tabuleiro em cima, a fim de evitar que a massa cresça.
Levar ao forno por cerca de 30 minutos.
para o custard:
3 gemas de ovo
40g açúcar refinado branco
20g Maizena
250ml leite gordo
1/2 vagem de baunilha, sementes raspadas e casca reservada (eu usei 1 colher chá de pasta de baunilha).
preparação:
Bater as gemas com o açúcar por 2 ou 3 minutos, ou até obter uma mistura pálida e espessa.
Adicionar a maizena e voltar a bater.
Colocar o leite num tacho com as sementes e a casca da vagem da baunilha e levar ao lume até levantar fervura.
Lentamente e em fio, adicionar o leite a ferver à mistura das gemas, batendo vigorosamente o tempo todo.
Colocar a mistura num tacho limpo e aquecer em lume médio, mexendo o tempo todo e raspando bem os lados e fundo do tacho, até o creme começar a fazer bolhas. Assim que vir uma ou duas bolhas, retirar do lume imediatamente.
Deitar o custard numa taça para arrefecer até estar á temperatura ambiente.
Quando arrefecido, colocar o custard dentro de um saco de pasteleiro equipado com um bico de 1cm de diâmetro.
Colocar o saco de pasteleiro com o custard dentro de um jarro, a fim de o manter direito e refrigerar por 1 ou 2 horas.
para o ruibarbo:
400g ruibarbo, lavado, pontas aparadas e cortado em pedaços de 10cm
50g açúcar refinado branco
preparação:
Misturar os pedaços de ruibarbo com o açúcar e colocá-los num tabuleiro ou recipiente refractário. Levar ao forno a 180ºC, por cerca de 20 minutos, ou até estar macio, mas sem estar desfeito.
para montar os mil folhas:
Com o saco de pasteleiro, colocar dois pontos de custard nos pratos onde vai servir os mil folhas, a fim de evitar que eles deslizem.
Colocar 1 rectângulo de massa folhada no prato e sobre esta, colocar 2 ou 3 pedaços de ruibarbo.
Cobrir com o 2º rectângulo de massa e, sobre este, desenhar duas linhas de custard.
Cobrir com o 3º rectângulo de massa folhada e polvilhar com açúcar em pó.
Repetir o processo, até ter montado os 4 mil folhas.
Servir imediatamente.

Recipe / Receita: